Música / Instalação / Estados Unidos da América

Amy Reid é uma artista que trabalha com música eletrônica, é produtora e artista visual e sonora queer, sediada em Baltimore, num esforço por transformar os espaços de forma visual, sonora e socialmente. O seu trabalho explora frequentemente a interseção do mundo natural, feito pelo homem, e os espaços liminares da existência através da utilização de gravações de campo, vozes e instrumentos eletrónicos. Reid estudou Pintura e Educação Artística obtendo um BFA e MAT no Maryland Institute College of Art onde começou a tocar em bandas e muitas vezes incorporando trilhas sonoras originais nas suas obras visuais. Inspirada pelas suas experiências como música, artista
visual e comunitária, o seu objetivo é explorar os ambientes em que os três mundos se cruzam. A sua prática musical e artística abrange desde a produção de álbuns de estúdio, até à criação de instalações públicas interativas. O seu primeiro álbum de estúdio a solo, Hirsute, foi saudado pelo Baltimore City Paper como “The Best Solo Debut of 2017” e recebeu particular atenção pelas suas texturas luxuriantes e letras vulneráveis da revista Impose. Mergulhando mais profundamente no reino da música ambiente espaços de cura sónica, Reid compôs e gravou o seu segundo projecto Isolated Bliss, numa ilha remota a 11 milhas do mar. Ao combinar gravações de campo de caminhadas diárias com elementos eletrônicos emotivos, Reid transporta sonoramente o ouvinte para um espaço existente algures entre a realidade e um mundo distante. O Baltimore Sun reconheceu-a como uma dos “10 Baltimore Musicians on the Rise” em 2017, e a Revista Baltimore apresentou-a na sua edição “Faces of Pride” em 2019. Em digressão nacional e internacional desde 2014, partilhou o palco com artistas aclamados pela crítica, tais como Future Islands, Dan Deacon, SOPHIE, XIU XIU, Boy Harsher, Princess Nokia e John Mayer, entre outros. Participou em residências na SPACE Gallery (Portland, ME), The Merriweather District Air (Columbia, MD), MICA (Baltimore, MD); recebeu a bolsa Katzenberger na The National Portrait Gallery (Washington, D.C), e a bolsa Rubys em 2020 para apoiar a criação da peça audiovisual “Unearthing Queer Ecologies”. Além da sua prática musical, fundou em 2014 o Baltimore’s GRL PWR Collective, cuja missão é criar plataformas para mulheres e LGBTQ identificando artistas, elevando a visibilidade de talentos sub-representados. A GRL PWR foi escolhida como bolseira do Grit FundGrantee para o ciclo de bolsas 2019-2020 para apoiar o SWEAT, um espectáculo drag inclusivo que apresentou Nina Bo’Nina Brown, uma drag queen internacional que apareceu na RuPaul’s Drag Race.

Espetáculo Data Tipo Cidade Informações
Unearthing Queer Ecologies (Desenterrando Ecologias Queer)2021-09-23 21:00:00
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Unearthing Queer Ecologies (Desenterrando Ecologias Queer)2021-10-02 21:00:00
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